Romance daqui e dalhures
Roger Bastide

Rio de Janeiro, 15 de agosto de 1948

(...) O surrealismo marcou a jovem geração e Murilo Rubião sabe unir o fantástico ao cotidiano, em uma deliciosa mistura. Se, às vezes, o feérico é demasiado gratuito, como em “O homem do boné cinzento”, onde o conto tende para o artificial, transcende à fórmula. Murilo Rubião em geral sente sinceramente tudo quanto o mundo comporta de maravilhoso ou de estranho, no amor ou na morte e tem a força de impor-nos a sua visão do mundo. As suas primeiras histórias, por exemplo, têm um encanto mágico. (...)

BASTIDE, Roger. Romances daqui e dalhures. In: A manhã – suplemento literário. Rio de Janeiro, 15 de agosto de 1948.



A arte do conto de Murilo Rubião
Animais de estimação
As visões do invisível
Coisas Espantosas
Entre o humano e o animal
O Convidado
O Ex-Mágico
O fantástico em Murilo Rubião
O mágico desencantado ou as metamorfoses de Murilo
O Pirotécnico Zacarias
O sequestro da surpresa
Os dragões e ...
Os novos
Pirotécnico Santanna
Realidade, fantasia.
Romance daqui e dalhures
Um contista em face do sobrenatural
Visões da crítica
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